Clube da Luluzinha
   comunicado

Boa Tarde

Estou a ausente, mas hoje voltei.

Estamos nos preparativos para nossa reunião do dia 04/12 no Auditorio Monarca.

Vamos Extravassar...quem quiser dançar, aparece nos ensaios abaixo.

COMUNICADO

 

Participação da Divisão dos Estudantes na Convenção Monarca

 

 

Gostaríamos de explicar sobre a participação da Divisão dos Estudantes na Convenção Monarca e nos ensaios.

 

As apresentações culturais da Convenção Monarca estão divididas entre os quatro distritos da RM e cada distrito tem um tema específico.

 

Para a Divisão dos Estudantes, ficou definido a participação na apresentação do Distrito Silvio Romero, cujo tema é: “Perspectivas rumo a 2030”.

 

Por se tratar do futuro de nossa organização, todos concordaram que seja a apresentação mais adequada para os estudantes.

 

Sendo assim, gostaríamos de solicitar a participação dos membros das divisões do Futuro, Esperança e Herdeiros (06 aos 17 anos), que não estejam envolvidos nas demais apresentações dos outros distritos, para participarem nos ensaios do Distrito Silvio Romero. A apresentação do distrito Silvio Romero contém música, dança, teatro e expressões corporais.

 

Os demais distritos terão alguns estudantes envolvidos em suas apresentações devido ao contexto de seus temas. No entanto, gostaríamos de solicitar a participação dos demais estudantes no distrito Silvio Romero.

 

Desse modo, informamos abaixo as datas, horários e locais dos ensaios do Distrito Silvio Romero:

 

 

Data                           Horario                                  Local

 

13 nov - sábado         14 – 17h          Academia T. Ferreira – Rua Síria, 180

 

20 nov - sábado         14 – 17h          Academia T. Ferreira – Rua Síria, 180

 

21 nov domingo        09 - 12h          BSGI – Rua Tamandaré, 984

 

27 nov – domingo     14 – 17h          Res. Rosangela – Rua Francisco Zicardi, 28

 

28 nov - domingo -   horários e locais a confirmar

 

Rua Síria – ao lado do Hospital Municipal do Tatuapé

 

Agradecemos o apoio e pedimos a gentileza de repassar este comunicado.

 

Controle Central – Convenção Monarca – RM Tatuapé

Luís Carlos Benigno – 8106-9272 / 3229-4800 r. 236 – lcbenigno@hotmail.com

Igor Ortega – 7438-5541 – gogortega13@hotmail.com

 



Escrito por Clube da Luluzinha às 15h58
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   O Sábio é imperturbável - “Os Oito Ventos”

Oi Pessoas

Tudo bem?

Correria geral nesse final de ano, desculpem minha ausencia...To voltando hoje a postar no nosso blog lindinho.

Vou postar abaixo a explanação que vou fazer na reunião de palestra do mes de outubro sobre o gosho Oito Ventos.

Gosho: O Sábio é imperturbável

“Os Oito Ventos”

Os oito ventos são: prosperidade, declínio, desgraça, honra, elogio, censura, sofrimento e prazer.

Os oitos ventos são condições que impedem as pessoas de avançar no caminho que conduz a iluminação. Os indivíduos são constantemente desviados do caminho pelo apego à prosperidade, a honra, ao elogio e ao prazer, ou por temer o declínio, a desgraça, a censura e o sofrimento.

Nesse conceito, o vento pode ser entendido como algo inconstante, imprevisível, que exerce influencia sem ser percebido pelas pessoas.

As pessoas sofrem as influencias dos oito ventos de acordo com a condição de vida. É como se fossemos uma arvore. Se as raízes não são profundas e resistentes, provavelmente um vento forte vai derruba – lá. Assim, devemos orar para atingir uma condição de vida que nos possibilite compreender os sofrimentos da vida como oportunidade de crescimento, auto-aprimoramento e desenvolvimento.

Porém, não sofrer as influencias dos oito ventos é bastante difícil, até porque os apostos são presença constante em nossa vida – felicidade e infelicidade. De fato muitas vezes só se consegue valorizar a felicidade quando conhecemos o infortúnio e a desgraça. O caso é que, ao invés de eliminarmos os sofrimentos advindos dos obstáculos e das dificuldades, estes podem ser uma fonte para nosso progresso.

Estudando este principio, numa situação tranqüila e favorável fica mais fácil compreender como tudo se manifesta. Todavia, por em pratica exatamente na hora em que as coisas acontecem é determinante sobre os resultados de nossa vida. A oração, por um propósito elevado e as ações valorosas que realizamos por meio das atividades e para o bem das pessoas, proporciona naturalmente o fortalecimento do eu interior.

Independente de que tipo de vento sopre, se a favor ou contra, nós devemos nos manter no caminho correto. Às vezes, quando acontece algo bom, muitas pessoas tendem a ser influenciadas e passam a não se dedicar a pratica do Budismo como faziam antes, esquecendo-se do nobre espírito de gratidão. Quando o vento sopra contra, tendem a abandonar a pratica por acharem que suas orações não foram respondidas. Ou ainda, só praticam quando tem problemas ou estão passando por dificuldades.

É importante não ser derrotado mesmo que tudo esteja caminhando na direção oposta. Nessas circunstancias, temos a oportunidade de manifestar uma condição sublime de coragem e sabedoria.

O presidente Ikeda ressalta: “ Nós da SGI estamos atuando por meio de pensamentos, palavras e ações, estamos nos empenhando para realizar o Kossen-rufu. Que não fiquem cegos pela preocupação com fama e riqueza nem dominados por qualquer dos oito ventos, vamos continuar praticando com o espírito e a consciência de que o budismo é vitoria ou derrota. Quando assim fizermos, o mundo do estado de Buda surgirá em nossa vida”.

Neste gosho, Daishonin também nos incentiva a estabelecer um senso de felicidade absoluta que não pode ser influenciado pelos ventos das circunstancias. Isso é possível tendo como base a fé na Lei Mística. Quando manifestamos o estado de Buda, estamos em sintonia com o Universo e assim criamos a condição de ter proteção, boa sorte e benefícios em nossa vida. Se manifestarmos estados inferiores em nossa vida, não ativaremos a boa sorte, a proteção e, portanto não atingiremos os beneficio, apenas nos arrastaremos pelos sofrimentos ou alegrias momentâneas.

Por mais intensas que sejam as orações, se tiver um coração corroído por qualquer sentimentalismo, não terá o efeito desejado. A base para a vitoria da vida esta diretamente ligada a nossa dedicação em prol do Kossen-rufu e a pratica da fé.

O presidente Ikeda orienta: “Quanto mais alta uma montanha, mais forte são os ventos que assolam. O rei das cadeias de montanhas, o Himalaia, é constantemente golpeado por ventos violentos próximo aos seus picos. De acordo com alguns dados, as temperaturas no Himalaia podem baixar a 40º Celsius. Implacáveis ventanias geladas podem alcançar, às vezes, a velocidade de mais de cem metros por segundo. Mas, mesmo com o vento mais forte, o rei das cadeias montanhosas destaca-se com dignidade majestosa e calma imperturbável”

O Buda explica que ser sábio (viver plenamente e feliz) é não se iludir nem se precipitar quando soprarem os ventos positivos e também não se descontrolar, ficar irritado ou violento ante os ventos negativos. Viva tendo o Nam- Myoho- Rengue- Kyo como ponto central e nenhuma situação seja positiva ou negativa, terá poder de abalar sua felicidade.

Espero que tenham gostado.

Beijos



Escrito por Clube da Luluzinha às 14h16
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   Ira — a atitude arrogante de desprezar os outros

 Bom dia!!!

Dez estados de vida

Ira — a atitude arrogante de desprezar os outros

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2053, PÁG. A5, 25 DE SETEMBRO DE 2010.

 

 

Os três maus caminhos


Os estados de Inferno, Fome e Animalidade são conhecidos como os “três maus caminhos”.

 

Característica principal


Os três maus caminhos são caracterizados pelo conflito. As pessoas em conflito dão importância às pequenas coisas. Elas se entristecem ou se alegram por questões triviais, oscilando de um estado para o outro. Como resultado, sua vida diá­ria é uma alternância entre a alegria e a tristeza. Esse pensamento estreito apenas conduz à miséria.

 

O estado de Ira


O termo Ira (shura, em japonês) originou-se do sânscrito ashura. Na Índia antiga, ashura representava originalmente uma classe de divindades benevolentes. Porém, na mitologia moderna, elas passaram a ser consideradas como demônios briguentos que lutam incessantemente contra os deuses.

 

Diferenças sutis


As diferenças entre os quatro estados de vida baixos são sutis. O que é comum nesses quatro estados [Inferno, Fome, Animalidade e Ira] é a incapacidade de autorreflexão e o ódio. A diferença está em como a pessoa direciona esse ódio.

 

Diferenças sutis - II


Por exemplo: o Inferno direciona o ódio para si mesmo. É a auto-destruição provocada por si mesmo. Na Fome, Animalidade e Ira, a pessoa tem um mínimo de energia vital. Na Fome, ele usa a força do seu ódio para agredir aquilo que impede sua satisfação. Já na Animalidade, ele usa o ódio de acordo com seus instintos, sem autocontrole. E na Ira, há um autocontrole, mas a motivação da pessoa é a dissimulação e seu ódio é direcionado àqueles que ameaçam revelar suas reais intenções. Em todos esses quatro estados, o indivíduo sofre com um conflito interior.

 

Ira é perversidade


O Buda Nitiren Daishonin explica que o estado de Ira é caracterizado pela “perversidade”, o que quer dizer uma mente bajuladora e desonesta. (END, vol.I, pág.57.) A perversidade pode ser vista, por exemplo, numa pessoa que oculta seus verdadeiros sentimentos enquanto dá um show de lealdade. Esse comportamento é, com certeza, “bajulador e desonesto”. “Para dissimular sua covardia, tentam invejosamente arruinar os outros. No entanto, a verdade é que, quanto mais agem desse modo, mais miseráveis eles próprios se tornam.” (Brasil Seikyo, edição no 1.497, 27 de fevereiro de 1999, pág. 3.)

 

Ira é bajulação


Alguém em Ira mostra-se bajulador quando não quer passar uma imagem de presunçoso e orgulhoso. Quem o observa num momento de bajulação acha que ele é humilde. Mas é só fachada. Em Ira, a pessoa até parece humilde mas, na verdade, é um autêntico “puxa-saco” porque teme o forte e ameaça o fraco.

 

Ira é arrogância


Ira é fundamentalmente um estado de vida arrogante. Contudo, a arrogância pode ser compreendida de várias formas. A tradição budista, por exemplo, identifica de sete a nove tipos de arrogância. Apesar disso, em essência, o estado de Ira indica o apego de uma pessoa à suposição ilusória de que ela é melhor do que as outras.

 

A máscara da bajulação


A pessoa no estado de Ira considera-se a mais maravilhosa de todas. A energia desse estado é usada para sustentar e realçar tal imagem. Para assegurar-se de que os outros a vejam da mesma forma, ela esconde seus verdadeiros sentimentos mas, na verdade, age de modo bajulador e desonesto.

 

As lentes distorcidas da arrogância


“Uma vez que seu coração é desonesto, não consegue ver a si próprio nem aos outros corretamente. Visualizando as coisas através das ‘lentes distorcidas’ da arrogância, acredita ser mais grandioso do que a própria vida. Como resultado, não deseja aprender com os outros nem consegue fazer uma autorreflexão, caminhos pelos quais nos tornamos humanos.” (Ibidem.)

 

O mundo gira ao redor do umbigo


“‘A inveja a Nitiren, dos que se recusam a refletir sobre suas próprias falhas, é tão intensa que até a cabeça deles rodopia. Ignorantes de sua própria perturbação, eles acreditam que as montanhas é que estão girando.”’ (cf. Gosho Zenshu, pág.1.453.) As montanhas não se movem. Aqueles que, em sua confusão, juram que as montanhas estão se movendo, estão simplesmente admitindo sua própria ignorância.” (Ibidem.)

 

Desdenhar os demais


“Alguém no estado de Ira deseja profundamente ser superior a qualquer outra pessoa e não suporta ser inferior a ninguém. Portanto, deprecia e desdenha os outros e exalta a si próprio [...]. Ela aparentemente busca mostrar também as virtudes da benevolência, justiça, honestidade, sabedoria e fidelidade. Enquanto manifesta uma mente de bem menor, segue o caminho da Ira.” (Ibidem.)

 

Ira é vaidade


No estado de Ira, a pessoa esconde as falhas pessoais e, ao mesmo tempo, tenta aparentar ao mundo possuir virtudes. “Aqueles que são arrogantes se iludem acreditando que atingiram os resultados da prática budista quando, na verdade, não atingiram. Esse apego às próprias opiniões arbitrárias e a incapacidade de fazer uma autorreflexão com certeza equivalem à vaidade.” (Ibidem.)

 

“Duas caras”


Em outras palavras, o verdadeiro sentimento e a aparência da pessoa se opõem. Como consequência, suas palavras são falsas. Nas pessoas que estão nos três maus caminhos, não há essa tendência, pois essa é uma atitude mais sofisticada e até mais intelectual.

 

Diferenças


Diferente dos estados de Inferno, Fome e Animalidade, o estado de Ira possui força e habilidade para não ser influenciado pelo ambiente. No entanto, ao não ser influenciado e vencer as forças externas a pessoa nesse estado se ilude achando-se melhor que as demais. Viver assim é cavar a própria ruína.

 

O alerta de Nitiren


A chave de uma prática correta consiste em torná-la eficiente para elevar o nosso estado interior. Caso a prática seja rotineira, o Buda Nitiren Daishonin diz que, com o passar do tempo, “mesmo o coração mais amplo se torna estreito e, mesmo aquele que procura o Caminho cai em visões errôneas”. (The Major Writings of Nichiren Daishonin, vol. VI, pág. 239.) O propósito do Budismo e do movimento pelo Kossen-rufu consiste em abrir e expandir o coração que se tornou estreito devido aos baixos estados de vida.

 

Conclusão


O essencial dos Dez Estados é a busca da felicidade. Não se encontra a felicidade no desejo de ser melhor que os outros — característica do estado de Ira. Quem se encontra neste estado está sempre atormentando aqueles que o superam e, ao mesmo tempo, teme que sua verdadeira natureza seja exposta. O presidente Ikeda explica: “Ainda que duas pessoas estejam realizando esforços iguais, os efeitos serão diferentes se uma delas for motivada por algum valor que transcende a si própria, tal como o bem e o belo, ou o bem-estar de outros, enquanto a outra for motivada somente pelo ego”. (Ibidem.)



Escrito por Clube da Luluzinha às 08h16
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   O Sábio é imperturbável

O Sábio é imperturbável

ESCRITO A SER ESTUDADO: “OS OITO VENTOS”

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2053, PÁG. B1, 25 DE SETEMBRO DE 2010.

“Um homem verdadeiramente sábio não será arrebatado por nenhum dos oitos ventos: prosperidade, declínio, desgraça, honra, elogio, censura, sofrimento e prazer. Ele não se inflama com a prosperidade nem se desespera com o declínio. Os deuses celestes (1) seguramente protegerão aqueles que não se curvam diante dos oitos ventos. Porém, se alimentar um ressentimento infundado com relação ao seu lorde, eles não o protegerão, a despeito de todas as orações.”

 

EXPLANAÇÃO
Não caia na armadilha dos “oito ventos”

Shijo Kingo, discípulo fervoroso do Buda Nitiren Daishonin, passava por um momento complicado. Além disso, tinha um temperamento tempestivo e poderia colocar tudo a perder caso se descontrolasse e não percebesse a natureza essencial da sua situação. O Buda, então, escreveu a ele esta carta para ensinar ao discípulo a postura correta diante das “ventanias” da vida.

O Buda explica que ser sábio (viver plenamente e feliz) é não se iludir nem se precipitar quando soprarem os ventos positivos (prosperidade, honra, elogio e prazer) e também não se descontrolar, ficar irritado ou violento ante os ventos negativos (declínio, desgraça, censura ou sofrimento). Viva tendo o Nam-myoho-rengue-kyo como ponto central e nenhuma situação, seja positiva ou negativa, terá poder de abalar sua felicidade.

 

Ser inabalável é viver livre e sabiamente


O presidente Ikeda explica que “hoje em dia, essa atitude é como a de um bom pai dizendo ao filho para que viva sabiamente. Para nós, que abraçamos a Lei Mística, o verdadeiro sábio é aquele que mantém a fé inabalável em seu próprio potencial para o estado de Buda. [...] Independentemente de sermos ou não elogiados ou censurados, podemos usar tudo como uma oportunidade para obter mais êxitos. Por outro lado, se somos dominados pela ignorância, então tudo isso se torna motivo para cairmos nos maus caminhos. O coração é o mais importante”. (Terceira Civilização, edição no 436, dezembro de 2004, pág. 18).

Nitiren Daishonin fala de ventos porque no Japão as quatro estações são bem demarcadas e as mudanças climáticas abruptas são corriqueiras. A aparente calmaria de um vento fresco num dia de calor pode ser acompanhada de ventos gelados e devastadores. A jornada da vida pode ser comparada a essa caminhada em que as condições favoráveis ou desfavoráveis se manifestam constantemente como “ventos”. O Buda ensina que devemos elevar nossa condição de vida de forma que os “oito ventos”, que são condições externas, não influenciem nossa fé. Daishonin nos ensina a sermos imperturbáveis diante das oscilações do cotidiano.

 

CONTEXTO DO ESCRITO “OS OITO VENTOS”


O Buda Nitiren Daishonin escreveu “Os Oitos Ventos” no monte Minobu em 1277, aos 56 anos de idade, e endereçou-a a Shijo Kingo, um samurai e médico, que era seu seguidor em Kamakura. Em 1276, o lorde Ema reduziu o salário de Shijo Kingo e ameaçou privá-lo de seu feudo e transferi-lo para a remota província de Etigo se ele não desistisse de sua fé no Budismo. Embora afirmasse sua lealdade inabalável ao seu lorde em todos os assuntos seculares, com relação à fé, Kingo não concordou e recusou-se a deixar Kamakura. Com isso, a tensão aumentava. Nessa conjuntura, Nitiren Daishonin escreveu “Os Oito Ventos” para incentivá-lo.

O Buda enviou a Kingo diversas cartas, incentivando-o e orientando-o minuciosamente quanto ao seu comportamento. Por um lado, Shijo Kingo aparentava basear toda a sua conduta de vida tendo a prática da fé como prioridade. Porém, ao mesmo tempo, possuía temperamento forte e facilmente influenciável pelo sentimentalismo. Entretanto, sua reação emotiva perante às críticas e difamações de seus colegas samurais era consequência de um sentimento dominado por certos valores da sociedade e não com base na verdadeira Lei.



Escrito por Clube da Luluzinha às 07h26
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   Dez estados de vida

Bom dia Pessoal!!!

Como estão? Espero que estejam otimas de saúde.

Domingo tivemos a concessão de gohonzon de uma integrante do Clube da Luluzinha, a Thais Machado. Que lindo que foi...Estou muito feliz por ela e pela Lygia, a pessoa quem apresentou o Budismo de Nitirei.

Esse é um momento muito importante na vida de todos, tanto da pessoa que esta se convertendo ao Budismo, como de nós que já somos membros. Ficamos todos muito felizes em saber que estamos no caminho certo do Kossen-Rufu.

Não esqueçam, dia 16/10 Clube da Luluzinha terá sua 4ª reunião...To mega feliz e empolgada, preparando tudo com muito amor e carinho. Espero que gostem.

Segue abaixo uma materia maravilhosa do BS dessa Semana...Espero que gostem.

Dez estados de vida

Fome — tornando-se escravo da mesquinhez Animalidade — a estupidez apegada às circunstâncias imediatas

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2052, PÁG. A5, 18 DE SETEMBRO DE 2010.

 

 

 

Estado de Fome

 

 

Fome, tornando-se escravo da mesquinhez


Por que fome?


Este estado é chamado de fome porque é derivado do sânscrito preta, que originalmente significa “cadáver”. No budismo, o termo passou a ser utilizado como o mundo da miséria, assim como o de Inferno ou Animalidade, aos quais as pessoas mortas podem sucumbir. Preta também significa “espírito ancestral”. Na Índia, considerava-se que muitos espíritos ancestrais fossem famintos e ansiosos por comida. Parece que é dessa denominação que os mortos passaram a ser chamados de “espíritos famintos”.

 

Característica


Nitiren Daishonin afirma que o estado de Fome se caracteriza pela avareza, mesquinhez (cf. END, vol. 1, pág. 57), que é um dos três venenos. Tient’ai declarou: “Esse estado de vida está repleto de fome e de sede; é por isso que são chamados de espíritos famintos”. É o estado de seres atormentados por uma fome insaciável.

 

Na prática


Aqueles que estão no estado de Fome são empurrados de um lado para o outro pelos desejos. Tal sentimento impede a pessoa de sentir liberdade interior, produzindo sofrimento. Ela se torna escrava de seus próprios desejos.

 

Ponto positivo

No entanto, comparado ao estado de Inferno, a energia vital é, de alguma forma, maior, mesmo que seja um pouco. A pessoa escapou de um estado de completo confinamento e desesperança e está, pelo menos, vivendo em busca de algo.

 

Desejo é energia vital


Afinal de contas, o desejo também é uma manifestação de energia vital. Só que, sendo incapazes de satisfazer todos os seus desejos, aqueles que estão no estado de Fome invariavelmente sentem uma grande frustração.

 

Os diversos desejos


Os desejos humanos são infindáveis. Por exemplo, há o desejo fundamental de viver. Existe também o desejo instintivo de alimento, o desejo materialista de posses, o desejo psicológico de receber atenção, o desejo de poder e de fama e o desejo de controlar. As pessoas também desejam ser respeitadas e amadas.

 

Não vivemos sem desejos


É fato que não podemos viver sem desejos. Em muitos casos, esses desejos se transformam na energia que nos capacita a avançar e a nos desenvolver. O estado de Fome está ligado a outros caminhos e conduz tanto ao bem como ao mal. Portanto, a questão é como utilizar esse desejo.

Fome x desejo

Aqueles que estão no estado de Fome não utilizam o desejo para criar valor; em vez disso, tornam-se seu escravo. Em razão do desejo, eles próprios sofrem e causam sofrimentos aos outros. É por isso que o estado de Fome é denominado como o “caminho do mal”.

 

Exemplo


Alguém vai para o inferno e percebe que nesse local todas as pessoas estão sofrendo pois não podem comer, embora cada uma delas tenha diante de si uma suntuosa refeição. Elas não podem comer, pois seus garfos são mais compridos que seus braços, por isso, não conseguem colocar a comida na boca. O visitante vai então para a terra do Buda. Ali, percebe que os garfos também são mais compridos que os braços das pessoas. Porém, todos estão alegres. Por quê? É porque eles se revezam para que um alimente o outro.

 

 

 

Estado de Animalidade

 

Animalidade, a estupidez apegada
às circunstâncias imediatas

 

Origem do termo


Originalmente o termo se refere ao estado de animais como pássaros ou feras. O Buda Nitiren Daishonin declara: “Ser tolo é Animalidade”. (cf. END. vol. 1, pág. 57.) Dos três venenos, esse estado corresponde ao da estupidez. Em termos humanos, aqueles nesse estado estão, em essência, tão apegados às suas circunstâncias imediatas que perdem de vista os princípios fundamentais que governam todas as coisas. Afinal, estupidez é falta de discernimento, brutalidade, grosseria.

 

O estado dos tolos


Aqueles que estão no estado de Animalidade são chamados de “tolos”, pois, como são controlados pelo instinto, a felicidade sempre se esquiva deles. Embora acreditem estar se movendo em direção à felicidade, estão na verdade caminhando exatamente para o lado oposto. Só conseguem ver o que está diante de seus olhos, perdem-se facilmente e, no final, acabam sofrendo.

 

O significado de “tolice”


No escrito “Carta de Sado”, Nitiren declara: “Os peixes em um lago desejam viver em segurança e, deplorando sua pouca profundidade, cavam buracos no fundo para se esconderem. Porém, iludidos pela isca, mordem o anzol. Os pássaros em uma árvore temem que ela seja muito baixa e escolhem seus ramos superiores para viver. Contudo, cativados pela isca, são apanhados em armadilhas”. (END, vol. 1, pág. 194.) Pelo fato de voarem em direção à isca que está diante de seus olhos, no final, eles são pegos e suas vidas destruídas. Esse é o significado de “tolice”.

 

Outra característica


Conforme Daishonin indica quando afirma que “a natureza do animal é amea­çar o fraco e temer o forte” (END. vol. 1, pág. 196), a Animalidade é o estado de alguém que vive guiado por seus instintos, incapaz de distinguir o verdadeiro do falso e o bem do mal. Embora possa parecer que a energia vital daqueles que estão nesse estado seja maior do que os que estão no estado de Inferno ou de Fome, ainda estão presos no caminho do mal. Bajular os de cima e pisar nos de baixo é a atitude das pessoas nessa condição.

 

Lógica do poder


Eles carecem de um sólido princípio para distinguir o bem do mal, uma firme base ética ou moral. Como consequência, agem instintivamente e sem nenhuma dignidade. O ato de “ameaçar o fraco e temer o forte” com certeza faz parte da lógica do poder. É uma psicologia de sobrevivência do mais capacitado. Poderíamos dizer que as pessoas que vivem nesse estado, embora sejam seres humanos, perderam sua humanidade.

 

A manifestação máxima


A barbaridade da guerra é a manifestação máxima da “lógica do poder”. Diante do combate, talvez de início os soldados tenham a consciência das consequências de ferir ou matar outras pessoas. No entanto, esses sentimentos são frequentemente ofuscados pelo temor que sentem de seus superiores. Isso lhes permite justificar os atos bárbaros que vierem a cometer com base nas ordens de um superior. Sua consciência fica anestesiada.

 

A brutalidade mais perigosa


A brutalidade mais perigosa habita nos seres humanos. O escritor russo Dostoievski declarou sabiamente: “Algumas vezes, as pessoas falam da crueldade animal; mas isso é uma grande injustiça e insulto aos animais; um animal jamais seria capaz de ser tão cruel como o homem, tão artisticamente cruel.”

 

A educação como chave


As pessoas somente se tornam humanas quando são educadas como seres humanos. Não é o nascimento que faz isso. A educação é extremamente importante. Por haver tão poucos seres verdadeiramente “humanos”, as pessoas começam uma guerra simplesmente para provar quem é o mais forte. Descobrimos que somos atirados de um lado para o outro numa sociedade que está presa nas garras da animalidade.

 

Kossen-rufu


O Kossen-rufu é, de certa forma, um grande movimento de educação humana; e o destino da humanidade depende do sucesso desta realização.

Beijos



Escrito por Clube da Luluzinha às 11h00
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   Um jovem não teme dificuldade

Bom dia

Espero, que todas tenham tido um otimo feriado.

Materia do BS dessa semana que achei mega importante e quero dividi-las com vocês.

 

Um jovem não teme dificuldade

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2051, PÁG. B4, 11 DE SETEMBRO DE 2010.

Trechos do ensaio “Nosso Brilhante Caminho da Vitória” de autoria do presidente da SGI, DR. Daisaku Ikeda, publicado no Seikyo Shimbum de 8 de julho, sob o título “Jovens! Bailem com coragem no mês de julho!”.

 

Um jovem não teme dificuldades. Pelo contrário, ele se dispõe a enfrentar corajosamente as dificuldades para cumprir seu próprio juramento. Isso é ser jovem! Com essa atuação se alcança plena realização e desenvolvimento.

De acordo com Tient’ai, Sakyamuni ensinou que um ensino superficial é fácil de se abraçar, mas, encontrar um ensino profundo é difícil. E ele afirma que requer um coração corajoso para abandonar o ensino superficial e abraçar o profundo.

Quem serão os jovens a herdar esse “coração corajoso” citado por Tient’ai? Onde se encontram as pessoas valorosas que atuarão como verdadeiros “tesouros da nação”? Declaro altivamente que são os jovens da Soka Gakkai.

Em todos os momentos, os integrantes da Divisão dos Jovens resplandecem dentro do meu coração. Vocês não poupam esforços na atuação nos bastidores. Diariamente, eu junto as palmas em oração para agradecer pelo nobre suor dos companheiros do Sokahan, Gajokai e outros grupos de apoio que se empenham incansavelmente nas atividades e no plantão nos prédios da Soka Gakkai. Vocês protegem os companheiros e a organização que surgiu para cumprir a ordem e desejo do Buda e criam o avanço vitorioso do Kossen-rufu. Com esse intuito, arranjam tempo para cumprir suas funções com toda a seriedade.

Alguns estão provavelmente enfrentando dificuldades financeiras. Outros podem estar passando por diversos problemas familiares, de trabalho ou de doença. Mesmo nessas condições, uma vez assumida sua função, enviam calorosos incentivos aos companheiros com seu comportamento agradável.

Por outro lado, refutam qualquer ação da maldade, hasteiam altivamente a bandeira da justiça e ampliam as ondas de vitória.

Nitiren Daishonin ensinou o seu principal discípulo Shijo Kingo, que lutou vigorosamente contra muitas perseguições, dizendo-lhe repetidas vezes: “A virtude invisível gera recompensa visível”. (END, vol. 6, pág. 61.)

Mesmo que ninguém esteja observando, o suor, as lágrimas e as orações são observados pelo Buda. Não há erro nos princípios do Budismo.

O MOMENTO CRUCIAL


Nas horas cruciais, os jovens devem se inflamar de um espírito indomável. Vocês são revolucionários da Lei Mística que abrem imponentemente as asas da persistência e coragem sem temer os vendavais. Os honrosos veteranos da Divisão Masculina de Jovens e os bravos integrantes da Divisão Sênior também estão na linha de frente para proteger resolutamente a Soka Gakkai.

O jovem poeta revolucionário Byron bradou: “A ideologia é o último e único baluarte”. Quão sublime é encontrar uma ideologia correta ainda jovem; é um ato muito mais grandioso do que possuir riquezas. Nas escritos constam: “Por ser a Lei suprema, a pessoa é digna de respeito. Como a pessoa é digna de respeito, a terra é sagrada”. (END, vol. 3, pág. 290.)

Os jovens que praticam a Lei Mística, além de tornar a própria vida suprema, conseguem criar prosperidade também no local onde vivem. Esta é a grandiosa filosofia do “Estabelecimento do Ensino Correto para a Paz da Nação”.

Nitiren Daishonin orientou o jovem Nanjo Tokimitsu a viver em prol do Kossen-rufu e bradou sobre a iluminação nesta existência: “Todos os meus discípulos devem alimentar o grande desejo de atingir a iluminação. [...] Pense nesse oferecimento como uma gota de orvalho reunindo-se ao oceano ou uma partícula de areia retornando à terra. Uma passagem do terceiro capítulo do Sutra de Lótus diz: ‘O nosso desejo é compartilhar esses benefícios igualmente com todas as pessoas, e nós juntos com elas, atingiremos o estado de Buda’.”(Ibidem, pág. 282.)

A ação convicta para cumprir o grande juramento do Kossen-rufu eleva, sem dúvida, a condição de vida e também amplia a felicidade de si e de outras pessoas.

 

AÇÃO, AÇÃO E AÇÃO


No verão de 1957, em meio às tempestades de incidentes em Yubari e em Osaka, escrevi um ensaio sobre Byron como mensagem para os jovens: “Byron amou o povo e sua pátria. Encontrou o propósito da sua vida no movimento revolucionário, bradando ação em primeiro, em segundo e em terceiro lugar. Nós, que somos banhados pela luz da Lei Mística, devemos viver em prol do Kossen-rufu com a forte paixão que nos une por toda a eternidade.”

Na tarde de 23 de junho, dia em que foi publicado este artigo, participei da convenção da DFJ de Saitama. Em seguida, compareci em mais três locais da convenção do DMJ. Ainda tenho tempo para agir! Ainda tenho tempo para dialogar! Ainda tenho tempo para mais um encontro! Ainda tenho tempo para mais um incentivo! Não poupei nenhum esforço e percorri longas distâncias sem descanso.

No dia anterior, também estive em Saitama, na cidade de Omiya. Com os jovens, compartilhei a decisão de sermos infalivelmente vitoriosos na luta contra os três fortes inimigos que surgiam incessantemente. [...]

A base da criação de valores humanos é o espírito de mestre e discípulo. Onde pulsa esse espírito, a legião de sucessores cresce para assumir a liderança na próxima época. [...]

O meu sentimento e do presidente Toda era de amar e confiar nos jovens. O mestre disse: “Os jovens são os olhos do Japão. Devem ser perspicazes e ter senso crítico. O que faremos se perdermos os olhos? A nação ficará sem o rumo. Vocês devem sentir a suma importância dessa missão.”

Os jovens devem avançar com os olhos límpidos e perspicazes. Conseguir ou não ultrapassar seu próprio limite depende de sua determinação, de sua persistência. [...]

As funções protetoras do mundo estão aplaudindo a atuação missionária de nossos jovens. A vitória de vocês é a minha vitória. O sorriso de vocês é a maior alegria de seus pais. Vocês são heróis que avançam pelo caminho da coragem e da justiça, rumo ao glorioso pico do triunfo de mestre e discípulo.

Julho é o mês de mestre e discípulo! Julho é o mês dos jovens! É o mês em que os membros da Divisão dos Jovens herdam o espírito dos três mestres e se lançam na batalha pela transformação do destino de toda humanidade.

Otima semana.

Beijos



Escrito por Clube da Luluzinha às 09h16
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   Cidadania,Politica e Religião

Oi Meninas

Feriadão chegou....Curtam muito, muito protetor solar e não esqueçam do Daimoku.

Bom feriado a todas;

Cidadania, Política e Religião

O olhar do universitário

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2049, PÁG. B6, 28 DE AGOSTO DE 2010.

 

 

Este ano está a mil, não é mesmo? Além de ser o ano do Cinquentenário da BSGI, a sociedade brasileira está se preparando para as eleições que ocorrerão em outubro. É o momento de exercitar nosso direito primário como cidadão e VOTAR!

 

Muitas pessoas encaram a política como algo nocivo. Antes de entrar nesse mérito, vamos refletir um pouco sobre a origem da palavra “política”. Ela deriva do grego antigo politeia, que indicava todos os procedimentos relativos à pólis ou cidade-Estado (sociedade, comunidade ou coletividade). A palavra então migrou para o latim politicus e chegou à Europa pelo francês politique. O filósofo Aristóteles ampliou e popularizou o termo; segundo ele, a Política era um desdobramento da Ética. Esta última se preocupava com a felicidade do indivíduo, enquanto a primeira, com a felicidade coletiva da pólis.

Entendendo o termo em seu mais amplo aspecto, notamos que a política se faz necessária para qualquer organização ou país e ela vai se diferenciar pelo próprio sistema e ideais daquela sociedade.

Mas como exercer este papel de cidadania de forma legítima? Além de conhecer o partido, é preciso avaliar o candidato proposto, sua história dentro e fora da vida política e, principalmente, seu programa de governo.

Infelizmente, no Brasil, a política é muitas vezes vista como forma de poder e enriquecimento. Casos de corrupção em todos os escalões do meio político são frequentes.

A Lei da Ficha da Limpa tenta impedir que políticos nessas situações atuem ou participem de eleições com o intuito de preservar a moralidade e conservar a integridade da máquina pública. Alguns dizem que ela é inconstitucional, uma vez que afeta inclusive candidatos que ainda estão sob julgamento. Mas o que vemos em poucos meses de existência da Lei é uma grande mudança, já que até agora foram barrados mais de 100 candidatos à eleição no Brasil e este número cresce exponencialmente.

Podemos acompanhar os candidatos durante a campanha eleitoral por meio de notícias, debates, pesquisas eleitorais. Porém, devemos ter um olhar crítico sobre tudo isso, pois nem sempre as fontes são garantias de parcialidade e neutralidade política e de interesses.

O bom mesmo é escolhermos o candidato e partido que mais se assemelha a nossos valores, livres de toda e qualquer influência externa.

E mais do que isso, termos um papel ativo acompanhando a gestão do candidato eleito. Isso, sim, influenciará nosso voto numa possível futura reeleição.

Ao tentar alinhar a filosofia budista em meio a este cenário, vimos que ela está muito além de tudo isto. A filosofia do Budismo Nitiren é a filosofia do humanismo porque tem o ser humano como centro. E isso a permite abranger todos os setores da sociedade e não privilegiar um ou outro.

O presidente da SGI, Daisaku Ikeda, enfatiza bastante sobre o nosso papel de lutar pela justiça e proteger o povo: “Vocês jamais devem se esquecer do espírito de lutar continuamente contra a natureza maligna do poder para estabelecer a felicidade da população”. (Brasil Seikyo, edição no 1.673, 28 de outubro de 2002, pág. A7.)

E como nós, universitários vanguardistas, podemos fazer a nossa parte?

Não há forma mais efetiva de contribuir do que realizando o Kossen-rufu da nossa localidade por meio da vitória pessoal nos estudos, nos tornando os melhores na profissão que escolhermos e uma referência na sociedade. Assim, poderemos fundamentar a luta da Soka Gakkai e protegê-la onde quer que estejamos.

Politicamente falando, cabe a nós fazermos a escolha consciente sem seguirmos modismos ou comodismos, de acordo com o princípio de consistência do início ao fim.

Cidadania, religião e política... Que venha o que vier!

O Brasil conta com você!



Escrito por Clube da Luluzinha às 14h18
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   A Herança da Suprema Lei da Vida

Bom dia Pessoas

Esse gosho abaixo esta divino...vamos desfrutar juntas...Leiam...vão amar.

A Herança da Suprema Lei da Vida

(Os Escritos de Nitiren Daishonin, vol. 3, pág. 177.)

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2049, PÁG. B2, 28 DE AGOSTO DE 2010.

O ouro não pode ser queimado pelo fogo, tampouco corroído ou destruído pela água, mas o ferro pode. Uma pessoa nobre é como o ouro, ao passo que o tolo é como o ferro. O senhor é como o ouro puro porque abraça o “ouro” do Sutra de Lótus. O sutra afirma: “Assim como o monte Sumeru é a mais alta de todas as montanhas, este Sutra de Lótus é o mais elevado de todos os sutras”(1). O Sutra também declara: “A boa sorte que o senhor acumula por isso... não pode ser destruída pelo fogo nem corroída pela água”(2).

 

EXPLANAÇÃO


Prática da fé com o mesmo espírito do mestre


No trecho anterior deste escrito, o Buda Nitiren Daishonin esclarece que o espírito e a conduta do mestre na luta pelo Kossen-rufu nos Últimos Dias da Lei consistem, respectivamente, do “grande juramento pelo Kossen-rufu” de possibilitar todas as pessoas atingirem a iluminação e da “ação abnegada de não poupar a própria vida” de forma a triunfar em meio a grandes obstáculos. Nitiren observa: “Todavia, o senhor seguiu Nitiren e, como resultado, enfrentou sofrimentos” (END, vol. 3, pág. 177). Esse fato, ele diz, define Sairen-bo como uma pessoa de “ouro puro”. O Buda elogia o discípulo dele por tal qualidade e ensina que a herança primordial do budismo flui na vida dos que praticam com o mesmo espírito do mestre.

 

Ser “ouro puro” é viver o grande juramento do mestre


Daishonin explica a razão de Sairen-bo ser uma pessoa de “ouro puro”: “Porque ele abraça o ‘ouro’ do Sutra de Lótus” (cf. END, vol. 3, pág. 177). Acreditar no Sutra, especificamente, significa incorporar o grande juramento do mestre, que vive cada instante como devoto do Sutra de Lótus, e manter, assim como ele, uma fé resoluta e corajosa, mesmo em tempos de grandes adversidades.

Em outras palavras, a pessoa de “ouro puro” é a que se dedica de maneira abnegada à Lei. Esse tipo de pessoa é realmente admirável. É como Daishonin diz: “Se a Lei que a pessoa abraça é suprema, ela própria deve ser a mais importante de todas as pessoas”. (END, vol. 1, pág. 158.)

Os discípulos que se baseiam nos princípios mais elevados da verdade não se deixam enganar pelos fenômenos superficiais nem por fatores externos. Isso porque sempre conseguimos discernir a essência desses fenômenos. Ao contrário, os indivíduos tolos, que carecem de princípios sólidos, mostram-se sempre confusos e são facilmente vencidos por dificuldades e obstáculos porque se baseiam na própria mente vulnerável.

Sairen-bo sabia perfeitamente que o Sutra de Lótus era o ensino mais elevado do Buda Sakyamuni. Além disso, a determinação inabalável e a espontaneidade de seguir Nitiren como mestre faziam dele um indivíduo de “ouro puro”.

(Explanação do presidente Ikeda publicada na revista Terceira Civilização, edição no 476, abril de 2008.)

 

Viver em sintonia com a Lei Mística


Na sequência, Nitiren cita duas frases do 23o capítulo do Sutra de Lótus e ilustra a grandiosidade do estado de vida daqueles que abraçam a fé no Budismo Nitiren.

A primeira passagem — “Assim como o monte Sumeru é a mais alta de todas as montanhas, este Sutra de Lótus é o mais elevado de todos os sutras” — refere-se à supremacia do Sutra de Lótus comparando-o com o monte Sumeru. Em outras palavras, assim como o monte Sumeru se erguia no centro do mundo, o Sutra de Lótus é a Lei suprema e insuperável.

A segunda passagem — “A boa sorte que o senhor acumula por isso... não pode ser destruída pelo fogo nem corroída pela água” — ilustra o quão extraordinário é o fato de acreditar na Lei Mística, comparando-o com o ouro que não pode ser destruído pelo fogo.

O infinito poder do estado de Buda


“Por acreditar na Lei Mística, as pessoas podem manifestar na vida o infinito poder do estado de Buda e são capazes de triunfar sobre qualquer situação, sem se deixar vencer pelas adversidades ou pelos sofrimentos. Abraçar a fé no Sutra de Lótus é sentir a profunda alegria de viver como uma pessoa de sabedoria e de ‘ouro puro’. Esse orgulho e essa capacidade de valorizar a própria vida se traduz em força, coragem e sabedoria para sobrepujar todo tipo de obstáculo e dificuldade.” (Explanação do presidente Ikeda publicada na revista Terceira Civilização edição no 476, abril de 2008.)

Beijos



Escrito por Clube da Luluzinha às 11h19
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   Rengue I

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“Rengue” I - O passado não muda o futuro

A compreensão correta da causa e efeito conduz a uma prática eficaz e é a fonte da vitória

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2046, PÁG. A5, 07 DE AGOSTO DE 2010.

 

 

Antes de começar


O Buda Nitiren Daishonin ao revelar o Nam-myoho-rengue-kyo, demonstrou de forma prática e eficiente uma nova visão sobre a lei de causa e efeito (“rengue”). Do ponto de vista do Daimoku, o Buda esclarece que a causalidade da Lei Mística é a causalidade de mestre e discípulo.

 

Mas por que nova visão?


Porque existem outras visões sobre causa e efeito, baseadas na ciência, nas religiões, nos ensinos budistas e não budistas. Por isso, é um princípio que pode ser confundido com outras correntes. Sob a ótica de Nitiren Daishonin, compreender a lei de causa efeito é compreender a importância da unicidade de mestre e discípulo e vice versa.

 

É indispensável


Para a causa e efeito funcionar e gerar resultados positivos em nossa vida, a unicidade de mestre e discípulo é fundamental. “A unicidade de mestre e discípulo é, para todos os objetivos práticos, um componente indispensável na causalidade para alcançar a transformação fundamental do estado de vida conforme ensinado no budismo.” (Brasil Seikyo, edição no 2.011, 14 de novembro de 2009, pág. A4.)

 

Por que dominar isso é importante?


Primeiro, para praticar corretamente, transformar a vida num nível profundo e produzir benefícios incomparáveis. Segundo, porque conforme apontado pelo Buda Nitiren Daishionin, entender isso garante que não cometamos o erro de nos tornar discípulos arrogantes que se deixam dominar pela escuridão fundamental e pela ignorância. Nem influenciamos outros fazendo com que se desviem da prática correta. Aprofundaremos este assunto posteriormente.

 

Causa e efeito para a
transformação cármica

Para um melhor entendimento e exemplos mais práticos, é importante esclarecer a lei de causa efeito do ponto de vista da transformação cármica, que também está diretamente ligada à recitação de Daimoku.

 

Duas visões básicas


O “rengue”, conforme apresentado por Nitiren Daishonin, é caracterizado pela simultaneidade de causa e efeito [causalidade da Lei Mística]. Já a “lei geral de causa e efeito” — que não é a lei do Budismo Nitiren — é caracterizada por um intervalo que separa a causa do efeito. Por isso, não é capaz de conduzir à iluminação ou muito menos realizar a transformação cármica.

 

A flor de lótus


O “rengue” é representado pela flor de lótus pois suas pétalas e seu receptáculo (que contém o fruto) crescem ao mesmo tempo (em sincronismo). O fruto é produzido no mesmo instante (simultaneamente) em que a flor desabrocha. Representa a causa e o efeito ocorrendo ao mesmo tempo. E muito importante: ocorrendo no presente.

 

O passado não muda o futuro


Pode parecer óbvio, mas falhamos em transformar o carma quando agimos acreditando que o passado muda o futuro. O passado não existe mais, e o futuro não aconteceu. Quem não entende isso, fica “no ar”, a mercê das mudanças da realidade, alheio a tudo. Agindo assim, vive-se de maneira descrente, sendo jogados de um lado para o outro, dominado por um sentimento de impotência diante da vida.

 

Exemplo


Uma pessoa que fica se remoendo pelo passado e ansiosa pelo futuro é alguém que acredita que o passado muda o futuro. É alguém que acha que entre a causa e o efeito há um intervalo. Outro exemplo é uma pessoa que busca salvação fora de si mesma e ora e espera o resultado aparecer depois, sendo que a transformação é simultânea à oração. Uma pessoa assim não acredita no presente.

 

Sutra da Contemplação da Mente Solo


“Se deseja saber que causas foram feitas no passado, observe os resultados que se manifestam no presente. E se deseja saber que resultados serão manifestados no futuro, observe as causas que estão sendo feitas no presente.” (Os Escritos de Nitiren Daishonin, pág. 197.)

 

Não fique prisioneiro do passado


“Ao elevarmos nosso estado de vida no presente, as causas negativas que fizemos no passado são transformadas em positivas. Não há nenhuma necessidade de ficarmos prisioneiros do passado; de fato, podemos até mesmo mudar o passado.” (Brasil Seikyo, edição no 2.011, 14 de novembro de 2009, pág. A4.)

 

Oração com fé muda o passado e o futuro


“Ele [Jossei Toda] disse: ‘[...] Por meio da oração, conseguimos passar uma borracha nas causas e nos efeitos do passado e revelar nossa verdadeira identidade como pessoas comuns iluminadas desde o tempo sem começo’. Não importa o que tenha acontecido no passado nem o que está acontecendo agora, nós podemos fazer uma nova causa no presente — uma verdadeira causa embasada na Lei Mística, que é a causa mais forte de todas — e redirecionar o curso atual de nossa vida.” (Ibidem.)

 

Causas passadas não governam o futuro


“Causas passadas não governam o futuro. Quem manda no futuro é o presente. Nitiren ressalta que, sejam quais forem as causas cármicas passadas, podemos construir um futuro brilhante por meio das causas que fazemos agora. É nesse aspecto que está o grandioso valor do Budismo Nitiren. O propósito de Nitiren ao explicar o carma é mostrar que podemos transformá-lo definitivamente.” (Ibidem).

 

Concluindo


O momento presente é real, pois a vida acontece no presente. O passado já foi e o futuro ainda não aconteceu.

 



Escrito por Clube da Luluzinha às 18h37
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   Recitar Nam-myoho-rengue-kyo é a maior das alegrias

Bom dia Meninas

Todas bem?

Esse fim de semana, tivemos a 3º reunião do Clube da Luluzinha, foi Sensacional.

Agradeço de todo coração pela presença de todas...Uma reunião marcante...e cada dia mais aumentamos a qualidade dessas reunião...Culpa de voces.rs

Agora, quero que leiam o texto abaixo...vão amar.

Recitar Nam-myoho-rengue-kyo é a maior das alegrias

O Daimoku é o meio fundamental para a transformação interior.

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2042, PÁG. A5, 03 DE JULHO DE 2010.

 

 

Quando o assunto é Daimoku...


A melhor maneira para compreender o significado do Daimoku é recitá-lo corretamente. A forma certa depende de uma fé correta. Mais do que isso, é fazê-lo com uma “mente de fé”. O Buda Nitiren Daishonin escreveu que “Não há felicidade mais verdadeira para os seres humanos que recitar o Nam-myoho-rengue-kyo”. Nesta frase curta, ele define o sentimento correto de um praticante que possui uma “mente de fé”. A seguir, alguns trechos da explanação do presidente da SGI, Daisaku Ikeda, a respeito dessa frase:

 

O porquê de praticarmos


Praticamos a fé para desfrutar a vida ao máximo e para tornar nossa existência a mais feliz de todas.

 

O que deve estar claro?


Em qualquer caso, o fato de nos sentirmos felizes ou infelizes depende de nós próprios. Se não transformarmos nosso estado de vida, nunca conseguiremos sentir a verdadeira felicidade. Mas quando realmente mudamos nossa condição interior, o mundo se transforma. A recitação do Daimoku é o meio fundamental para tal transformação interior.

 

Que nada o perturbe


Em épocas de sofrimento, recite Daimoku. Em horas alegres, recite Daimoku. Poder realizar a prática é um motivo de felicidade. Na vida, sempre há situações alegres e tristes. Todas essas cenas são insubstituíveis na epopeia da vida. Se não houvesse sofrimento, como a alegria poderia ser valorizada? Sem conhecer o sabor da tristeza e do regozijo, a vida jamais poderia ser desfrutada em toda a sua plenitude.

 

Exemplificando


Pode haver duas pessoas que trabalhem na mesma empresa, realizem funções idênticas e têm a mesma situação econômica e social. Apesar disso, uma se sente feliz e a outra vive desesperada. Isso está relacionado à condição de vida interior, ao sentimento de cada uma.

 

O que é “maior alegria”?


Experimentar a “ilimitada alegria da Lei” significa saborear plenamente a Lei Mística, eternamente imutável, e desfrutar a força e a sabedoria originadas nessa Lei.

 

O que não é


Em oposição a essa alegria, está a “alegria que se origina da concretização de vários tipos de desejos”. Apesar de parecer verdadeira, tal alegria é apenas passageira e superficial, pois não surge das profundezas da vida e logo se transforma em insatisfação e infelicidade.

 

Em termos práticos


Viver feliz e tranquilo neste mundo significa apreciar o próprio trabalho, o ambiente famíliar e os esforços em prol das outras pessoas por meio das atividades budistas. Se cultivarmos um estado de vida verdadeiramente elevado, mesmo quando nos acontecem coisas desagradáveis, podemos considerá-las como um ingrediente que torna a vida mais interessante, assim como uma pitada de sal apura o sabor de um prato doce. Podemos sentir verdadeira alegria na vida independentemente do que aconteça.

 

O responsável pela nossa felicidade


A fé nos permite experimentar a alegria eterna proveniente da Lei. Vamos gravar em nosso coração que somos nós mesmos que manifestamos essa alegria. Por isso, nossa felicidade não depende de outras pessoas. Ninguém mais pode nos fazer felizes; somente por meio de nossos próprios esforços é que podemos conquistar a felicidade.

 

Elevando nosso estado de vida


Deixar-se influenciar pelos demais ou pelo ambiente não é o modo de viver ensinado pelo Sutra de Lótus. A verdadeira felicidade não consiste em sentir alegria num momento e angústia no outro. Quando superarmos a tendência de culpar os outros ou o nosso ambiente por nossos sofrimentos, podemos elevar de maneira extraordinária nosso estado de vida.

 

O maior beneficiado


Além disso, a fé existe essencialmente para o nosso próprio benefício, não para os outros. Apesar de certamente praticarmos para nós mesmos, para os outros e para concretizarmos o Kossen-rufu, basicamente somos nós os principais beneficiados de toda nossa dedicação na fé. Tudo se reverte em fonte para o próprio crescimento e contribui para aprimorarmos a condição de vida e para estabelecermos o estado de Buda em nossa vida. Quando praticamos com essa determinação, todas as lamentações desaparecem. O estado de Buda que estava coberto pela poeria de lamentações começa a brilhar e, então, podemos desfrutar plena e livremente a alegria originada na Lei.

 

A chave para desenvolver
o estado de Buda

Assim como indica a frase “ilimitada alegria da Lei”, a chave encontra-se em desenvolver tal força interior que nos permita observar tudo ao nosso redor sob a perspectiva do estado de Buda, a condição de suprema felicidade. E, conforme Daishonin afirma, recitar o Daimoku constantemente é o que nos permite desenvolver essa condição.

 

A importância da fé no Daimoku


Jossei Toda, segundo presidente da Soka Gakkai, explicou que o Gohonzon é uma reserva interminável de benefícios. A extensão com que poderemos “obter” e “utilizar” a vasta e profunda ilimitada alegria da Lei depende totalmente de nossa fé. O que escolhem: encher apenas uma tigela de água do oceano ou uma grande piscina até a borda? Podemos obter e usar livremente uma quantidade ainda maior? Isso é totalmente determinado por nossa fé.

 

A mente de fé domina tudo


A boa sorte e os benefícios que acumulamos nas profundezas de nossa vida tornam-se visíveis no plano material e também em nosso ambiente. A mente de fé — que é invisível — influencia nosso corpo e nossa mente, nossa vida e nosso ambiente, direcionando tudo com imenso poder e força para o melhor caminho: para a felicidade e a conquista de todos os nossos desejos.

 

Como fazê-lo de maneira prática


Cultivar essa mente de fé significa se temos a convicção em nós mesmos, independente da circunstância que nos encontramos no momento. Se lá no fundo do seu coração, decidimos: “Pelo fato de ser como sou, jamais poderei ser feliz” ou “Eu sou incapaz de me tornar feliz”, “Eu sou o único incapaz de conquistar a felicidade”, “Não há solução para os meus sofrimentos”, então é exatamente esse pensamento ou itinen que o impedirá de receber benefícios.

 

Nem todos os dias são rosas


Diz um provérbio: “Um coração fraco acostuma-se à miséria e torna-se submisso, mas um coração forte eleva-se acima do infortúnio.” A verdadeira felicidade não significa ausência de sofrimento; não se pode esperar que todos os dias sejam um mar de rosas. Conquistar um estado de “paz e segurança nesta existência” não significa ter uma vida livre de quaisquer adversidade, mas, sim, poder armar-se de convicção e coragem absolutas diante de qualquer dificuldade, sem se abalar, para lutar e vencê-la completamente.

 

A poderosa força vital


Para podermos estabelecer uma vida assim, precisamos cultivar uma poderosa força vital. E conseguimos isso recitando Daimoku e enfrentando os desafios do cotidiano.

 

O mais importante nas horas difíceis


Quando as pessoas se desesperam por coisas que o desespero não resolve, acabam tendo um grande sofrimento. Não é preciso se preocupar com assuntos que não se resolvem por meio da preocupação. O importante é construir dentro do coração um palácio de alegria que nada possa abalar, um estado de vida tão límpido como o céu azul acima das tormentas, como um oásis no deserto, como uma fortaleza que observa do alto as ondas embravecidas.

 

Identidade profunda e invencível


Na vida existe tanto sofrimento como alegria, mas o importante é cultivar uma identidade profunda e invencível que não se deixe influenciar pelas ondas. Consegue-se viver assim quando se recebe “a ilimitada alegria da Lei”.

 

Sempre juntos


“Sofremos juntos, alegramo--nos juntos, e também juntos fazemos nossa vida florescer. Consideramos o sofrimento e a alegria como fatos da vida e continuamos a recitar o Nam-myoho-rengue-kyo aconteça o que acontecer. Manter esse companherismo, essa dedicação pura e sincera à fé, é a diretriz eterna de pessoas como nós, que propagamos o Kossen-rufu. Vamos avançar sempre com essa firme união na fé!

 

Fortaleça sua fé


O Buda Nitiren Daishonin afirmou: “Fortaleça a sua fé mais do que nunca”. Não interessa o que se fez no passado, o que conta é o que se faz a partir de agora. Tudo se resume à força de nossa fé. A fé é a força; a fé é o maior poder que o ser humano possui.

De acordo com a força da nossa fé e da nossa prática, recebemos a força do Buda e a força da Lei que estão incorporados no Gohonzon. A fé é a “arte secreta” para fazer nossa vida transbordar com a mesma força que pulsa no Universo.

beijos.



Escrito por Clube da Luluzinha às 09h23
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   novidades

Bom dia Pessoas

Todas bem?

Essa semana, correria geral...Prepartivos para o Clube da Luluzinha dia 21/08...que tudo, to mega feliz e ansiosa.

Noticia boa, a Bruna, do post anterior, apareceu, e felizmente ela passa bem, e se acertou com a mãe...Obrigada a todos pela ajuda e força.

Como eu disse, no dia 21/08 as 18 horas teremos nosso Clube da Luluzinha na minha casa.

Quero todas lindas e maravilhosas lá heim....Vamos papear bastante...teremos a mega presença da Rosana Tomohiro, que eu sou fã e sei que quem ainda não a conhece vai ama-la.

Na reunião, vamos falar do Portal do Dragão, materia muito maravilhosa que vai nos ajudar muito...

Preparem-se...voces vão amar.

Esper toda lá.

Bom fim da semana...

Até sabado.

beijos



Escrito por Clube da Luluzinha às 08h32
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   desaparecimento da Bruna

Meninas, boa tarde

Nossa queria integrante do clube da luluzinha - Bruna, esta desaparecida...estou colocando abaixo a foto dela, por favor, ajudem a encontra-la...divulguem essa foto e vamos orar muito Nam myoho rengue Kyo para que ela apareça o quanto antes e bem...conto com voces.

Qualquer coisa liguem no tels acima.

Beijos



Escrito por Clube da Luluzinha às 14h04
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   convite



Escrito por Clube da Luluzinha às 16h32
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   Myoho II

Bom dia

Tenham uma otima semana

“Myoho” II - A chave para vencer no cotidiano

“Ninguém se iguala às pessoas que recitam Nam-myoho-rengue-kyo constantemente.”

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2045, PÁG. A5, 31 DE JULHO DE 2010.

 

 

O que é o Myoho?


Na primeira parte da matéria sobre o significado do Myoho, publicada na edição anterior, a primeira frase estava invertida. A forma correta é: A palavra myoho literalmente significa Lei Mística. Myo é místico e Ho é lei ou ensino.

Outros significados


Myoho pode assumir vários significados ligados a diferentes princípios básicos do budismo.

Myoho e a mente humana


Para explicar a relação entre Myoho-rengue-kyo e a mente, concentraremo-nos no significado de “myo” como a realidade fundamental que transcende nossa capacidade de perceber; e “ho”, como o mundo dos fenômenos em constante mutação.

O caminho do meio


O Buda Nitiren Daishonin esclarece que o caminho do meio não é o ponto médio entre dois extremos. Sob a ótica do Budismo Nitiren, o caminho do meio é uma perspectiva elevada que não se deixa oscilar porque envolve ambas as partes. Outro nome para caminho do meio é realidade fundamental porque transcende a ambos os extremos e manifesta os dois ao mesmo tempo.

Os mistérios da mente


Nitiren diz: “Quando observamos nossa própria mente em qualquer momento, não percebemos cor nem forma para comprovar sua existência. No entanto, não podemos dizer que ela não existe pelo fato de incessantes pensamentos nos ocorrer. A mente não pode ser considerada como algo existente nem inexistente. A vida é, de fato, uma realidade que transcende tanto as palavras como os conceitos de existência e inexistência. Ela não é existência nem inexistência, no entanto mostra características de ambas”. (END, vol. 1, pág. 4.)

A lei da vida


A Lei Mística, em outras palavras, é a lei da vida. A vida está em transformação contínua. Por meio do conceito da Lei Mística, o budismo faz o ritmo da sua vida diária se igualar ao ritmo fundamental da vida do próprio Universo.

A ilusão leva ao sofrimento


Uma pessoa que não vive de acordo com o ritmo da lei da vida sofre porque imagina que o seu “eu” é imutável e se apega a ele e a todas as suas posses, tais como riqueza, posição social, fama, entre outros. Ela vive na ilusão de que tudo é estático.

Onde erramos?


As pessoas tendem a considerar a si próprias como também aos outros de acordo com esses aspectos estáticos. Por mais que os outros tenham se desenvolvido e mudado de vida, nós tendemos a vê-los como eram no passado.

Exemplo


Um jogador de futebol que se tornou famoso por ser muito veloz quando jovem, gradativamente perde a força e a velocidade à medida que envelhece. Apesar disso, provavelmente ele manterá sua imagem de jogador veloz. Então, anos mais tarde quando a decisão de uma partida depender de sua velocidade, ele irá se lançar, imaginando que está no mesmo ritmo habitual. Mas na realidade isso não ocorre, levando seu time à derrota.

Outro exemplo


Existem pessoas que não conseguem abandonar o orgulho ou a posição em que trabalham. Por exemplo, um gerente. Ele passa a agir em qualquer ambiente, seja em casa com a família ou num evento social, como gerente, ou ainda aguarda que as pessoas lhe tratem como tal. Quando se aposentam, somente o que permanece é um sentimento de vazio em relação à própria identidade. Em muitos casos, essas pessoas não iniciam uma nova fase na vida, pois não conseguem examinar esse eu claramente, e acabam se sentindo frustradas e miseráveis.

Qual o sentido prático do budismo?


Ao recitarmos Nam-myoho-rengue-kyo com sincera fé diante do Gohonzon, igualamos nossa vida com a natureza de buda. Essa é a chave da vitória: quando sua vida se equivale com a lei, tudo está ao seu alcance. O estado de Buda é uma condição de vida idêntica ao Myoho-rengue-kyo. A chave de uma prática eficiente e transformadora é manifestar o estado de Buda no presente, no aqui e no agora. E o Daimoku é o meio infalível para se conseguir isso.

Por que o estado de Buda é importante?


Porque é o único estado capaz de vencer a ilusão, por não mudar de acordo com a mudança da nossa realidade. Pelo contrário, ele é quem nos capacita a transformar a realidade de acordo com nossa vontade.

Não confunda estado de
Alegria com estado de Buda

Não há nada de errado com o estado de Alegria. Todo mundo deseja uma vida confortável e feliz. Os problemas ocorrem quando estamos satisfeitos e convencidos e nos apegamos a esse estado de vida considerando-o imutável. Com o passar do tempo, uma rosa murcha, perde a cor, o brilho e o vigor.

O estado de Buda


O estado de Buda se manifesta quando se luta para elevar o próprio estado de vida para destruir as ilusões. Essa luta deve ser feita com a ­compreensão de que a causa do sofrimento está nas próprias ilusões [escuridão fundamental].

A felicidade forçada


Aqueles que desejam o estado de Alegria são pessoas que lutam à sua própria maneira para mudar as circunstâncias, mas carecem de sabedoria da verdadeira lei da vida. É por isso que há algo falso ou forçado em relação aos seus esforços. Eles sobem o máximo que podem; no entanto, por possuírem um fraco apoio, caem novamente para seu estado anterior.

Onde se encontra o problema?


Quando concentramos o nosso foco totalmente no mundo material e externo deixando de lado a nossa vida interior.

Exemplo


Alguém que se hospeda num hotel cinco estrelas sem ter condições de pagar e acaba fazendo dívidas para isso. Mais dia menos dia, terá de sair e retornar à sua humilde moradia. Mesmo que a pessoa desfrute do luxo por um tempo, a sua realidade voltará.

Conclusão


Similarmente ao exemplo anterior, o propósito do Daimoku é, em vez de se hospedar num hotel cinco estrelas sem ter condições, você reformar a sua casa, tornado-a um palácio no qual viverá plenamente todos os dias. Portanto, é vital conhecer os pontos de reforma da “nossa casa”, mudá-los e transformar a vida num palácio esplêndido. A lei vital que capacita revolucionar nossa vida e torná-la este palácio é a Lei Mística (Myoho).



Escrito por Clube da Luluzinha às 09h00
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   Tudo começa comigo. E começa a partir de agora

Tudo começa comigo. E começa a partir de agora

As pessoas capazes são a força motriz para o dinâmico desenvolvimento

BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 2044, PÁG. A3, 17 DE JULHO DE 2010.

Discurso proferido na cerimônia de concessão do título de Professor Honorário da Universidade de Tsinghua, da China, no Auditório Soka da Amizade Internacional, em Sendagaya, Tóquio, no dia 13 de maio. Este evento foi realizado em conjunto com a 40a Reunião Nacional de Dirigentes da Soka Gakkai.

 

Por favor, permitam-me em primeiro lugar apresentar meus sinceros agradecimentos e receber o presidente Gu Binglin e nossos outros distintos convidados da Universidade de Tsinghua, que viajaram ao Japão especialmente para esta ocasião. Também gostaria de expressar minha profunda gratidão ao embaixador da China no Japão, Cheng Yonghua, pelas amáveis consideraçoões apresentadas no início, apresentadas em japonês fluente. Minha esposa, que estava sentada comigo, também ficou muito comovida.

Um antigo lema dos estudantes da Universidade Tsinghua diz: “Tudo começa comigo. E começa a partir de agora”. Em outras palavras, o processo para fazer com que o mundo se torne um lugar melhor começa com cada um de nós tomando uma atitude positiva neste exato momento, e não deixando tudo na responsabilidade de outras pessoas. Esse lema tornou-se conhecido entre os jovens de toda a China, expressando sua determinação de contribuir para o bem-estar da sociedade.

“Tudo começa comigo. E começa a partir de agora” — peço aos jovens Soka que avancem com essa mesma motivação.

O presidente da China, Hu Jintao, que se formou pela Universidade de Tsinghua, incorporou de forma admirável o espírito da universidade onde estudou. Encontrei o presidente Hu pela primeira vez em março de 1985. Ele havia vindo ao Japão como chefe de uma delegação da Federação dos Jovens da China (ACYF, na sigla em inglês), e dialogamos tranquilamente no prédio do Seikyo Shimbun, em Tóquio. Foi um encontro dos mais memoráveis. Pouco depois de retornar para a China, o jovem Hu Juntao foi nomeado para uma alta posição de liderança numa região da China muito desafiadora. Ele se devotou com toda seriedade a servir ao povo, mantendo vivo no coração o amor pela universidade em que estudou e o orgulho por ter se formado em Tsinghua.

Se estiverem trabalhando num local extremamente difícil ou que está longe do ideal que imaginaram, o importante é sua atitude e o que decidem fazer com relação à situação. Por favor, tenham a disposição de servir aos outros e de contribuir para a sociedade. Se nunca passarem por nenhum sofrimento nem dificuldade, vocês não conseguirão compreender nem sentir empatia pelos sofrimentos ou dificuldades dos outros. Essa é uma regra imutável da vida.

O mundo atual está observando o dinâmico crescimento e desenvolvimento da China com admiração. Qual é a fonte da vitalidade chinesa? São as pessoas capazes.

Espero que os jovens Soka também brilhem como indivíduos capazes, atuando nos papéis principais em todas as esferas da sociedade.

Uma importante chave para o sucesso da China é a educação, e a Universidade Tsinghua é uma das principais instituições chinesas de ensino superior, uma verdadeira fortaleza de sabedoria e conhecimento. Como fundador de uma universidade, inspirei-me no vibrante espírito e na rica história dessa instituição, pela qual sinto o mais elevado respeito e admiração.

Estimado presidente Gu Binglin e distintos representantes da Universidade de Tsinghua: é com o mais elevado orgulho e senso de responsabilidade que aceito no dia de hoje o título de Professor Honorário de sua excelente instituição. Muito, muito obrigado por esta homenagem sem igual.

Também gostaria de agradecer ao embaixador Cheng por discursar aqui hoje apesar de sua agenda lotada. Aprecio profundamente seus sinceros votos de felicitações.

Fui informado de que essa universidade brilha com o espírito de que “As ações falam mais alto que as palavras”. As palavras que não estão fundamentadas nas ações não conquistam a confiança das pessoas. O premiê chinês Chu Enlai (1898–1976) também agia com integridade, e essa disposição era compartilhada por muitos dos altos dirigentes da China. Isso é o mais louvável.

Sendo uma pessoa comprometida com a ação, toda minha intenção está voltada para demonstrar a gratidão que sinto pela Universidade de Tsinghua e a China empreendendo mais esforços para promover a paz, a cultura e a educação. Tenho certeza de que meus companheiros, os membros da SGI em 192 países e territórios, compartilham de minha determinação.

 

As importantes qualidades de um líder


O presidente Gu é um respeitado educador e físico famoso. Ele destacou três qualidades importantes de um líder: (1) capacidade de inovação; (2) visão global; e (3) comprometimento social.1

Os líderes devem ser capazes de inovar e demonstrar criatividade. Eles têm de criar novas organizações e novas pessoas. Isso se aplica a todas as esferas de empreendimento.

Também é essencial que observem e examinem as questões de uma perspectiva global. Nós, japoneses, não conseguimos deixar de olhar apenas para os limitados confins de nosso pequeno país. Precisamos expandir nossa visão e horizontes.

Quando ouvi sobre essas três qualidades, concordei plenamente com elas.

A criatividade, a visão internacional e o comprometimento em contribuir de forma positiva para a sociedade são as qualidades necessárias para a liderança nesta nova era.

 

Desafiando a adversidade destemidamente


Em sua longa e venerável história de um século, a Universidade de Tsinghua produziu muitos líderes de talento. Nós, da Soka Gakkai, temos muito a aprender com essa respeitada instituição, assim como todo o Japão e o mundo inteiro. Uma das lições mais valiosas que essa universidade tem a nos ensinar é sobre a coragem — a coragem de desafiar destemidamente e de vencer a adversidade.

O pensador e erudito Liang Qichao (1873–1929), que lecionou na Universidade Tsinghua na década de 1920, disse: “A coragem é decisiva em qualquer batalha”.2 “Quanto maior o empreendimento, maiores os obstáculos”.3 “Nenhuma dificuldade é insuperável se a pessoa estiver determinada. O que há a temer nos obstáculos?”4 Essas foram as sábias palavras de um famoso pensador. São palavras convincentes e, de fato, inspiradoras. Todos os educadores devem aprender com elas. A vida é uma batalha conquistada por meio da coragem.

Liang também disse que “As adversidades fortalecem nossa coragem”5 e que “Quando se nasce em épocas de dificuldades, é preciso suportá-las para poder ficar de pé”.6 Ele está dizendo com essas palavras que os problemas fazem parte da vida.

E observou ainda: “O desespero e a resignação são os inimigos mais temerosos na vida. Jamais devemos permitir que eles entrem em nosso coração enquanto vivermos”.7 Essas são palavras de incentivo que ele compartilhou com os jovens. O que ele diz é realmente verdade.

De fato, “O que importa é o coração” (The Writings of Nichiren Daishonin, vol. 1 [WND-1], pág. 1.000). Nosso estado de espírito ou atitude determina tudo. Devemos avançar com coragem.

Tsunessaburo Makiguti, pre­sidente fundador da Soka Gakkai e “pai da educação Soka”, foi contemporâneo de Liang Qichao. Ele enfrentou intrepidamente o militarismo japonês e morreu na prisão por suas crenças. “Soka” é outro nome para coragem. A pessoa medrosa e covarde não consegue conquistar nada. “Soka” é definida pela coragem e pela dedicação ao bem.

 

A importância da comunidade


O poeta Wen Yiduo (1899–1946) formou-se pela Universidade de Tsinghua e foi contemporâneo de meu mestre Jossei Toda, o segundo presidente da Soka Gakkai. Ele disse que “As pessoas avançarão eternamente”,8 “A força está em nós, que somos o povo”9 e “A força do povo triunfará”.10 São palavras real­mente inspiradoras.

Nos últimos anos, a Instituição abriu o Parque da Ciência de Tsinghua para promover o crescimento e o desenvolvimento da comunidade e da indústria locais. Estou ciente disso e sei quanto é significativo. Partilhar conhecimento e saber com os estudantes não é o único papel da universidade; ela deve realizar também uma contribuição positiva para a sociedade e a comunidade — essa é a firme convicção da Universidade de Tsinghua.

A comunidade local é importante. Não devemos nos esquecer disso. O caminho para a verdadeira vitória e crescimento se abre a partir do cultivo e do desenvolvimento do potencial de indivíduos em nossas comunidades e organizações de base. Por favor, tenham isso sempre em mente.

Estou convicto de que muitos jovens e excelentes líderes aqui hoje já sabem disso. Por favor, façam com que seus pais e familiares se sintam orgulhosos. Sempre estimem seus pais enquanto avançam pelo caminho da vida.

 

A força das mulheres


Wen Yiduo foi um poeta progressista e avançado. Como poeta, eu li as obras de muitos poetas chineses. Várias décadas atrás, Wen escreveu estas palavras: “As mulheres verdadeiramente conscientes são fortes e possuem virtudes tais como a compaixão, a perseverança e a coragem”,11 e “No futuro, as mulheres liderarão a civilização. Tudo será baseado nas mulheres, modelado e centralizado nelas”.12 Estamos vivendo agora a era das mulheres que ele visualizou.

Os homens devem sempre demonstrar gratidão por elas e apoiá-las plenamente em seus esforços. E as mulheres, por sua vez, também devem se esforçar para inspirar e encorajar os homens.

A sábia liderança delas pode transformar nossa era e nosso mundo. Peço aos homens presentes que se unam a mim para darmos uma salva de palmas como demonstração de nossa gratidão e respeito pelas mulheres Soka, que estão se empenhando na linha de frente de nossa batalha.

Quando passam a ser tratadas com o respeito e a dignidade que merecem — seja na família, na sociedade ou seja na Organização — elas manifestam o potencial que havia ficado armazenado até então e criam um valor ainda mais positivo. Os grupos e as organizações que compreendem rapidamente esse fato [e utilizam o potencial único das mulheres] certamente desfrutarão o rápido sucesso e prosperidade.

 

Promovendo a união em prol da vitória


As pessoas que dedicam a vida à verdade e à justiça são sempre cheias de otimismo e convicção. Elas irradiam integridade e genuína alegria.

Yichun (1883–1958), que foi presidente da Universidade de Tsinghua e teve um importante papel no estabelecimento do “espírito de Tsinghua”, disse para seus queridos alunos: “Não sejam arrogantes nem convencidos, nem fiquem desejando a tranquilidade e o conforto! Reúnam a sabedoria e os esforços, unam seu coração e sua voz com as pessoas e assumam o desafio!”13 Como educador, gravei essas palavras em meu coração.

Os líderes que conseguem promover a união em prol da vitória são realmente nobres e louváveis. Espero que todos vocês tenham como objetivo ser líderes assim. Não deixem nas mãos dos outros a tarefa de criar a união; façam isso vocês mesmos. Não fiquem apenas fingindo. Os líderes não podem esperar construir a autêntica solidariedade e harmonia se forem irresponsáveis ou se deixarem que os outros façam todo o trabalho.

Citando o relato que consta num texto clássico chinês, um escrito budista explica a chave para a vitória da seguinte forma: “Se o espírito de diferentes corpos, uma única mente prevalecer entre as pessoas, elas alcançarão todos os seus objetivos”. (WND-1, pág. 618).

[Em “Diferentes corpos, uma única mente”, Nitiren Daishonin escreveu: “Se o espírito de diferentes corpos, uma única mente prevalecer entre as pessoas, elas alcançarão todos os seus objetivos; ao passo que com um corpo e diferentes mentes elas não conseguirão realizar nada de extraordinário. Os mais de três mil volumes de literatura confuciana e taoísta são cheios de exemplos assim.” (Ibidem). Nesse escrito, Daishonin cita o famoso incidente em que setecentos mil soldados montados do tirânico rei Chou de Yin foram derrotados por oitocentos leais soldados do rei Wu de Chou.]

 

Fortalecendo os laços de amizade


O Japão aprendeu muito com a China ao longo dos séculos. É enorme a dívida cultural que ele tem para com esse país. Essa é outra razão pela qual tenho tanto respeito por nossos vizinhos de além-mar. Nós, japoneses, precisamos estimar a China. O Japão jamais deve agir com a arrogância que demonstrou no passado. Espero que vocês, jovens Soka do Japão, visitem a China e aprendam sobre esse país e seu povo, formando assim fortes laços de confiança e compreensão mútuas e fortalecendo a amizade entre os dois países. Tenho me dedicado com toda sinceridade à promoção da amizade entre a China e o Japão. Tenho muitos amigos chineses e abri o caminho para o intercâmbio entre os dois países.

“Se o espírito de diferentes corpos, uma única mente prevalecer entre as pessoas, elas alcançarão todos os seus objetivos” (WND-1, pág. 618) — conforme essas palavras, a união é a base para a vitória. Vamos avançar com uma união ainda mais forte e vencer com alegria.

 

O contínuo autoaprimoramento

Publiquei um diálogo com o Prof. Ji Xianlin, eminente estudioso do conhecimento tradicional chinês e também graduado pela Universidade de Tsinghua. O Prof. Ji falou com orgulho de sua universidade, dizendo: “Qual é o ‘espírito de Tsinghua’? No meu entender, é manter-se jovem no coração, sempre transbordante de vitalidade e procurando se aprimorar continuamente”.14

Como sucessores do legado de nosso primeiro e segundo presidentes, Tsunessaburo Makiguti e Jossei Toda, vamos também garantir que nosso “espírito Soka” se mantenha eternamente jovem e vigoroso.

Vamos nos juntar aos nossos estimados convidados da Universidade de Tsinghua e continuar avançando rumo a um futuro brilhante e repleto de triunfo.

Para encerrar, gostaria de expressar minha sincera gratidão ao presidente Gu e a todos os distintos convidados pelas felicitações do 80o aniversário da educação Soka.

A Universidade de Tsing­hua celebrará seu centenário de fundação em 2011. É real­mente motivo para grande con­tentamento! Vamos todos orar sinceramente pelo contínuo desenvolvimento e sucesso dessa instituição que possui uma missão tão importante em prol do futuro da Ásia e do mundo.

Encerro minhas palavras com o desejo de que todos os presentes hoje conquistem grandes e jubilosas vitórias. Obrigado! Xie xie!

 

Respeito e admiração: O presidente da SGI, Daisaku Ikeda, dialoga com Gu Binglin, presidente da Universidade de Tsinghua



Escrito por Clube da Luluzinha às 15h20
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